Vivemos na era das selfies — e, com ela, de um olhar cada vez mais rigoroso sobre a própria imagem. Diante da câmera, muitas vezes em ângulos que distorcem o rosto, a pessoa se vê de todas as formas, e nem sempre gosta do que vê. Papadas, olheiras, orelhas e narizes ganham, na fotografia, um tamanho maior do que têm na realidade — e daí surge o impulso de corrigir tudo cirurgicamente.

É justamente aí que entra o bom senso. Para o Dr. Rodrigo Fuzaro, a cirurgia plástica tem hora e lugar — e nem todo incômodo se resolve no centro cirúrgico.

A perfeição é algo que não existe. Sempre lembro que, para uma cirurgia plástica ser necessária, o problema tem de estar do lado de fora, e não do lado de dentro. Quando o problema está do lado de dentro, a conduta não é cirúrgica, e sim psicológica.

Essa é a diferença entre uma indicação consciente e um exagero. A cirurgia plástica pode transformar a relação de uma pessoa com o próprio corpo quando há uma questão real, externa, a ser tratada. Mas quando a insatisfação nasce de outro lugar, nenhum procedimento dá conta — e o papel do bom cirurgião é reconhecer isso e orientar com honestidade.

Por isso, mais do que técnica, uma boa avaliação é uma conversa franca sobre expectativas. Se você está pensando em um procedimento, agende uma consulta com o Dr. Rodrigo Fuzaro e converse abertamente sobre o que faz sentido para o seu caso.

Pensando em um procedimento? Uma conversa franca sobre expectativas define o que faz sentido no seu caso.

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